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segunda-feira, 13 de junho de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Love and learn








Sentir primeiro, pensar depois.
Perdoar primeiro, julgar depois.
Amar primeiro, educar depois.
Esquecer primeiro, aprender depois.
Libertar primeiro, ensinar depois.
Alimentar primeiro, cantar depois.
Possuir primeiro, contemplar depois.
Agir primeiro, julgar depois.
Navegar primeiro, aportar depois.
Viver primeiro, morrer depois.
Mário Quintana
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
LIMITES E AMOR


Penso que colocar limite nos filhos sem chantagea-los não seja uma das tarefas mais fáceis para os pais. Toda vez que uma criança sente que não tem valor para os pais ela se sente envergonhada e inferiorizada por isso. O EU se ama e se respeita quando se percebe amado e respeitado. E a educação sob o sistema de manipulação do outro através da atribuição e retirada de valor, acabam gerando adultos que sobrevivem com um senso de valor próprio defeituoso.Esta falta de limite entre o "EU" e o "OUTRO" faz com que as crianças sejam normalmente egocêntricas e se sintam misturadas com tudo a sua volta, explicando o mundo baseados em si mesmas (ex: tudo e culpa minha). Tornando-se então, pessoas que ora se subestimam ora se superstimam, tornando-se: ou excessivamente dependentes dos outros (sem a autonomia da vida adulta) ou excessivamente independente do outro (do tipo não precisa de ninguém).
A frustração é natural e os pais precisam aceitar essa emoção e os impulsos agressivos que as crianças podem apresentar quando sentem-se frustradas. A expressão da emoção é uma necessidade fisiológica do organismo em busca de um equilíbrio. Se ela não pode ser expressada ela retroflete e acaba voltando-se para o próprio EU e gerando sintomas e atitudes destrutivas.Alguns pais não toleram os impulsos e as emoções da criança ou são totalmente dominados por ela. Ha uma inversão de dependências, onde a criança fica com o poder de definir a situação e aprende que é do humor dela que depende o dos pais, e não vice-versa.
Crianças são imaturas, imperfeitas, elas são descoordenadas, deixam cair coisas, quebram objetos, caem, se sujam, fazem barulho, colocam o dedo no nariz. Enfim, crianças agem como crianças, pois além da falta de coordenação motora, elas carecem de falta de conhecimento sobre seus limites, como agir diante da dificuldade, etc. Em muitas famílias disfuncionais, onde os adultos se colocam como deuses que administram a perfeição (nunca erram) as crianças são punidas severamente e envergonhadas por cometerem erros normais.Uma outra forma inadequada de lidar com a imperfeição infantil e ignorá-la, fazendo com que as crianças nunca acabem aprendendo que seu comportamento aborrece ou perturbam outras pessoas. Assim também, se criam pessoas que crescem apenas na aparência física e social, emocionalmente continuam de alguma forma dependentes e orfãs de si mesmas.
1- Façam ela se sentir preciosa;
2- Dediquem tempo e atenção para poder ajudá-la a definir seus próprios limites e a obter as informações que precisa para lidar com a realidade e com suas próprias necessidades;
3- Permitam que a criança expresse seus impulsos agressivos e hostis sem se destruírem e sem destruírem a auto-estima da criança;
4- Permitam que a criança seja criança;
5- Sejam pessoas coerentes, consistentes e previsíveis que ensinem e ajam da mesma forma;
6- Sejam seres falíveis, que admitam seus erros e peçam desculpas.O comportamento agressivo infantil resulta, numa perspectiva desenvolvimental, na ausência de estratégias pessoais para organizar respostas melhor adaptadas as necessidades de conforto e segurança que a criança tem diante de situações ansiogênicas.
Assim como os pais ajudam uma criança a andar, a falar... também a devem ensinar a controlar sua agressividade e a aprender a hora e o modo correto de a exteriorizar, num exercício contínuo de respeito pelos outros e pela natureza.A ausência de limites e a permissividade como forma de agradar ou compensar possíveis ausências pode acarretar crianças que não conhecem seus limites e que não sabem lidar com sentimentos de frustração. O estabelecimento de limites claros é promotor do desenvolvimento saudável da criança. Quando for necessário, é importante dizer não, explicando o motivo da decisão e ajudando-a a pensar.
Com firmeza, amor e paciências, os pais conseguem, através do diálogo e do exemplo, ajudar a criança a encontrar estratégias que lhe permitam lidar de forma mais eficaz com os seus sentimentos.
PS:Texto que produzi para "trabalhar" com os pais nas escolas e nas ONGS que atuam com crianças e adolescentes.
PS:Texto que produzi para "trabalhar" com os pais nas escolas e nas ONGS que atuam com crianças e adolescentes.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
"Liberdade é o espaço que a felicidade precisa..."

"De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando,
a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar.
Fazer da interrupção um caminho novo.
Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada,
do sono uma ponte, da procura um encontro."
Fernando Sabino

domingo, 10 de outubro de 2010
The Lovers



"Embora o coração humano possa ser mesmo atingido por um desejo inesgotável, e embora o mundo possa estar cheio de criaturas atraentes e outras opções deliciosas, parece que é possível escolher de olhos bem abertos opções que limitem e controlem o risco da paixão. E quando tememos "problemas" futuros no casamento, é bom entender que os problemas não são necessáriamente coisas que "acontecem"; muitas vezes, os problemas são cultivados de forma impensada em laminazinhas de vidro que deixamos espalhadas pela cidade toda."
Trecho do livro Comprometida - uma história de amor , escroito por Elizabeth Gilbert autora de Comer, rezar, amar.
Postado por Silvia Luz
Postado por Silvia Luz
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Força interior
Essa eu guardei do tempo da faculdade e quis postar aqui prá dividir esse aprendizado.POTE RACHADO
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.
um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia a beira do poço:
_ "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas."
_ "Por que?" perguntou o homem. "Do que você está envergonhado?"
_ "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, " disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
_ "Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho."
De fato, a medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou as flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote:
_ "Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça a sua casa."
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Nunca deveríamos ter medo ou vergonha dos nossos defeitos. Se os reconhecermos, eles poderão causar beleza. Das nossas fraquezas, podemos tirar forças.
Use todo o seu potencial, sejam as qualidades ou os defeitos para viver plenamente, fazendo o bem para si e para os outros.
Postado por Silvia da Luz
domingo, 22 de agosto de 2010
Prá rua me levar





Há outras coisas no caminho aonde eu vou.
Ás vezes ando só, trocando passos com a solidão.
Momentos que são meus e que não abro mão.
Já sei olhar o rio por onde a vida passa.
Sem me precipitar e nem perder a hora.
Escuto no silêncio que há em mim e basta.
Outro tempo começou, prá mim agora.
Vou deixar a rua me levar, ver a cidade se acender.
A lua vai banhar esse lugar.
Eu vou lembrar você..."
Trecho da música "Prá rua me levar" de Maria Betania, regravada por Ana Carolina, linda letra!!!!! A versão com Seu Jorge então... http://www.youtube.com/watch?v=v2NlXDjYg1Q
Postado por Silvia Luz
domingo, 8 de agosto de 2010
Olhar do amor
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